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Eventos Digitais para o B2B – Um estudo de caso com evento da GE Healthcare

Escrito por Fred Pericini 22/03/2021

Eventos digitais são caracterizados por serem multiplataforma, alcançar um maior número de pessoas e apresentarem uma maneira de tangibilizar os resultados que os eventos presenciais não possibilitam. Mas, será que por esses motivos os eventos tradicionais serão substituídos? Essa é uma discussão que a atual situação imposta pela Covid-19 nos trouxe e desafiou.

Em maio, realizamos o evento da GE Healthcare – Semana da Radiologia, de forma 100% digital, e isso trouxe para mim as particularidade sobre o “novo normal”, além de percepções e lições muito importantes sobre como realizar um evento digital, interativo e que não deixasse a experiência de compartilhar, aprender e conhecer perdida.

O evento Semana da Radiologia foi composto por um website com stand virtual, 18 lives e webinars e condições especiais de negociação. Foi um sucesso! Tanto que de lá para cá fizemos mais 3 destes eventos (Semana da Radiologia Latam, Semana da Cardiologia Latam e BR).

Trouxe aqui uma reflexão com os aprendizados adquiridos visando responder a uma pergunta: o que faz um evento digital dar certo?

Combinar diferentes experiências é um diferencial. As experiências digitais imersivas vão tirar seu evento do lugar-comum. Com um pouco de investimento em tecnologia é possível ser feito um stand para os usuários navegarem, chat ao vivo com especialistas, experiência 3D com o produto, entre outras.

Lives e webinars já são comuns e encontramos muitas por aí, mas combinar diferentes palestrantes em volta de um mesmo tema, contar com os melhores e mais reconhecidos líderes de opinião, com certeza trará um atrativo chamando bastante atenção.

A aposta em estratégia de divulgação, automação de e-mail marketing e mensuração são técnicas do digital que dão uma lavada nos eventos tradicionais, porque com elas é possível medir impressões, tráfego, número de inscritos nos webinars, leads de relacionamento, leads comerciais, propostas e vendas. O segredo é pensar no funil e ter visão de performance neste tipo de projeto também.

Creio que o futuro dos eventos não será mais o mesmo, até porque iniciativas digitais têm mostrado eficiência (ROI – return over investiment). Também sei da importância do networking e da construção de relacionamento presencial. Tenho convicção que a transformação digital também bateu à porta aqui. Não acredito que o modo tradicional de evento está “morto”. Mas vejo um futuro híbrido com o digital complementando e potencializando experiências de marca durante os eventos presenciais. Assim, é possível ter o melhor dos dois modos.

Acesse o vídeo case para saber mais sobre o evento da GE Healthcare: https://www.youtube.com/watch?v=j0PX8mdZOos

 

Autor: Frederico Pericini

 


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